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Mostrando postagens com o rótulo vida a dois

As cinco linguagens do amor

Você já teve discussões com seu namorado (a) ou esposo (a) porque não sabia a linguagem de amor dele (a)? A linguagem de vocês pode ser diferente! Por isso, assim como em um idioma, é preciso dedicação e treino para aprender! Às vezes você “falará com sotaque” e a pessoa vai perceber, mas isso fará com que ela note que você está se esforçando para mostrar seu amor. Com treino, você se tornará fluente! De acordo com a psicologia, as cinco linguagens do amor são: toque físico, palavras de afirmação, tempo de qualidade, atos de serviço e presentes. Veja as características de cada linguagem de amor, descubra a sua e aprenda a conviver melhor com seu companheiro (a). TOQUE FÍSICO O toque físico é uma das formas mais fáceis de perceber o amor. Você abraça quem é importante para você? Gosta de andar de mãos dadas com aqueles que você ama? Fica feliz ao receber um carinho na cabeça, nos cabelos ou nas mãos? Geralmente, esta é uma das primeiras formas de comunicar amor que aprendemos. Você já...

Vida a Dois

Thomas à Kempis ao falar sobre a imprevisibilidade da existência humana, nos faz uma inteligente advertência ao refletir no seguinte: “Quando começa a manhã, pense que você poderá não chegar à noite. E quando é noite, não ouse prometer-se à manhã. Sempre, portanto, esteja preparado e viva de tal maneira que a morte nunca o possa levar despreparado, pois muitos morrem de repente. Quando aquela última hora chegar, você terá uma opinião muito diferente de toda sua vida passada e se arrependerá de ter sido tão descuidado e negligente.” – A Imitação de Cristo, p. 49. Por sua vez, Elisabeth Kübler-Ross e David Kessler nos contam uma comovente história que elucida a veracidade da ponderação existencial de Thomas à Kempis: “Uma mulher de quarenta e um anos recordou uma noite rotineira que ela e o marido tinham passado vários meses antes. Fizeram uma refeição simples e assistiram à televisão. Pouco depois, ele comentou que estava enjoado, tomou um antiácido e disse que ia dormir cedo. Ela ...

Amar é um desafio contínuo

É uma manhã fria de inverno e o ponto do ônibus está abarrotado de gente. Apesar da multidão, Marcelo não vê as pessoas. O seu corpo está ali, mas a sua mente vagueia sem rumo pelos campos minados dos conflitos com a esposa. Acha que não consegue resistir mais. Há tempo, crê que talvez a separação seja a única saída, mas o seu ser completo se estremece só em pensar na possibilidade de viver sem ela. Marcelo ama a sua esposa com todas as suas forças e é justamente esse sentimento que o deixa perplexo. Não entende por que, duas pessoas que se amam tanto, não conseguem viver em harmonia. O conflito de hoje, por exemplo, começou porque não havia leite para o desjejum. __Eu disse ontem à noite para você comprar o leite - reclamou ela, quase aos gritos. __E por que em lugar de me pedir, você mesma não comprou? – respondeu ele no mesmo tom. Tudo começou assim!... Depois falaram coisas terríveis um ao outro, lembraram erros do passado e, finalmente, ele saiu de casa batendo a porta, s...

Vida a Dois

           Já era tarde da noite e um tanto cansado voltava de mais uma viagem. Enquanto o metrô atravessava túneis e espaços urbanos, comecei a observar os casais. Logo a minha frente um casal ainda jovem trocava afagos contínuos acalorados por longos beijos e abraços. São jovens namorados, logo concluí. Um pouco mais à direita contemplei outro casal aparentando certa maturidade. Embora sentados lado a lado, estavam absortos e silentes. Pouco se tocavam e apenas vez por outra sussurravam algumas palavras. São casados, logo conclui. Ambos desceram na mesma estação e enquanto o casal mais jovem caminhava abraçado, o outro prosseguiu mantendo certa distância.           Ao analisar a incoerência daquele momento foi-me impossível não lembrar a frase de Simone de Beauvoir. Teria ela mesmo razão quando afirmou: “A grande tragédia do casamento é que ele mata as demonstrações de amor.” A frieza em ...

Pensando em se divorciar? Leia esse texto antes!

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente. Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?” Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da min...

A chave do perdão

Era um jovem cheio de idéias, um empreendedor. Acreditava que poderia ficar rico e para realizar seu sonho, fez um grande empréstimo. Todavia, à medida que o negócio crescia suas dívidas, também, aumentavam. Não adiantava a esposa dizer que tivesse cuidado com tantas dívidas, ele acreditava que sabia o que estava fazendo! E, realmente, parecia que estava prosperando. Um dia descobriu que, embora estivesse crescendo, precisava de mais dinheiro. Suas dívidas já eram muito grandes, mas ainda assim, resolveu procurar o homem mais rico da cidade, um poderoso rei, e lhe pediu um empréstimo. Apresentou seus planos, ofereceu como garantia tudo o que possuía, pois tinha certeza de que conseguiria liquidar em pouco tempo aquele débito. Mas as coisas não aconteceram como ele esperava. Muitas coisas deram erradas, sua dívida cresceu além de sua capacidade de pagamento. Já não tinha o mesmo ar confiante. Irritava-se com os filhos frequentemente, não conseguia mais dar atenção à esposa. Esta reclam...

Oração a dois

Recebi Carlos e Márcia em meu escritório; um casal jovem, casados há pouco mais de dois anos, bons cristãos, aparentemente um casal modelo. O que ninguém sabia era que eles estavam vivendo em pé de guerra. Carlos era um sujeito extrovertido, brincalhão, boa praça. Márcia era reservada, quase introvertida e um pouco ciumenta. Conversei com os dois por algum tempo e concluí que os dois precisavam de uma terapia espiritual que lhes ajudassem a viver amavelmente com suas diferenças. O problema desse casal era o seguinte: Carlos exigia que Márcia se comportasse e reagisse como se fosse ele e, Márcia, exigia que Carlos pensasse e sentisse como se fosse ela. Ao longo de muitos anos lidando com casais em tempo de crise, descobri que os casais “brigam” menos quando sabem lidar com suas diferenças e “brigam” mais quando pretendem ser iguais. Essa atitude, às vezes, leva o casal a uma vida de constantes decepções. Todo casal precisa entender que suas diferenças são normais e previsíveis, e que e...