Pular para o conteúdo principal

Amor sem limites

“Na sexta-feira eu tinha escrito cerca de quarenta páginas, e no sábado pela manhã eu estava cansada, mas isso não me desanimou. Sei no braço de quem estou me apoiando, e o Senhor não me desapontou. Ao meditar sobre a bondade, misericórdia e amor de Deus, a única coisa que posso fazer é louvar Seu santo nome. ‘Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna’


“Se essas palavras não emocionarem completamente toda alma que as contemplar, o que o fará? Este é o preço de nossa salvação – a morte mais humilhante e agonizante que um ser humano poderia sofrer. E o Filho de Deus suportou essa vergonha como a penalidade pela culpa, a fim de que o pecador possa ficar sem culpa e inocente diante do trono de Deus. Veja o que pode surgir da grande exaltação da qual nosso Salvador veio, e da profunda humilhação à qual Ele foi a fim de tomar o pecador e elevá-lo para que se torne participante de Sua natureza divina, e una sua vida, sua alma, com o Infinito Deus. Quando obtemos uma visão dessa cruz, quando aquele sofredor e agonizante brado, ‘Está consumado’, penetra nossos ouvidos, o sacrifício está completo. Seu amor gravou o nome de todo santo sobre as palmas de Suas mãos.

“Oh, graça ilimitada! Que expressão de amor! Não expulsaremos o orgulho da mente? Podemos acariciar o amor próprio e abrigar obstinação de pensamentos quando vemos e compreendemos o que nossa redenção custou? Uma visão da cruz não fará com que nos humilhemos à vista de Deus, a fim de que Ele possa nos exaltar?

“Mas conquanto devamos humilhar a nós mesmos, devemos ter um verdadeiro senso de nosso valor na forma como Deus nos avaliou, no preço pago por nossa redenção. Devemos valorizar toda habilidade, todo talento a nós confiado, como a mais preciosa dotação do Senhor, a fim de que possamos usá-los para a glória do Seu nome.

(Ellen G. White, Manuscript Releases, v. 18, p. 19, 20).

Postagens mais visitadas deste blog

O Eclipse Mas para vós outros que temeis o Meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas. Malaquias 4:2 No dia 29 de março de 2006, a Lua causou um eclipse total do Sol, um evento que não se repetirá por 83 anos. Aqui, na Bereia bíblica, esperávamos apreciar uma visão de 82%, não o fenômeno completo, que seria visível na Grécia, somente na minúscula ilha de Kastelorizo. O grande dia raiou sem nada, aparentemente, que o distinguisse de qualquer outro dia. Entretanto, muito gradualmente, uma meia-luz começou a insinuar-se sobre a cidade, a atmosfera ficou notavelmente mais fresca enquanto o dia avançava, e a Lua lançou sua sombra escura entre nós e o Sol. Por volta do meio-dia, havia uma escuridão estranha, nevoenta; uma atmosfera fria e irreal; e a agitação beirou o temor enquanto as pessoas se reuniam do lado de fora, em pequenos grupos, para assistir ao fenômeno. E então acabou. A luz, com intensidade crescente, baniu as trevas, a atmosfera clareou e o Sol, ...

Dicas de filme - Dedique seus dons a Deus

Acho que já deu para vocês notarem que uma das minhas paixões é a música. Não sei explicar, só sei que ela me leva a lugares que nunca sonhei que me mostra o mundo de um jeito que nunca imaginei, ela me faz ver a luz de Jesus mesmo neste mundo envolto em trevas e tristeza, ela me faz nostar que ainda há uma esperança: a de ouvir a Musica Celeste, que deve ser no mínimo perfeita e agradavel aos ouvidos, a mente e ao coração. Fico imaginando como será maravilhoso o céu cheio de seres perfeitos à imagem do Pai que O louvor por amor ao Seu Santo Nome e não por gloria propria, entao quando volto meus olhos para o mundo percebo que Ele - Jesus - dá esse dom, ainda que em partes, a pessoas sensíveis à Sua voz que expressão musicalmente tudo ao seu redor... Um amigo me lembrou hoje de um filme que fala sobre a musica, acho que muitos ja assistiram, mas é o tipo de filme que dá prazer assistir novamente... com vocês : O SOM DO CORAÇÃO.
O Labirinto do Milharal Tu me farás ver os caminhos da vida; na Tua presença há plenitude de alegria, na Tua destra, delícias perpetuamente. Salmo 16:11 Quando penso na palavra “labirinto”, sempre me lembro dos quebra-cabeças de uma revista, nos quais você percorre um caminho até o fim, com um lápis. Eu nunca havia entrado num labirinto de verdade – um deleitoso labirinto de altas plantas, caminhos sinuosos, alamedas sem saída e voltas enganosas. Então, no verão passado, visitei uma plantação de milho com meu neto. Aprendi que um labirinto é como uma piscina. Você não aprende a apreciá-lo sem mergulhar nele. Pés altaneiros de milho me emparedavam. As trilhas pareciam conduzir a todas as direções. Não havia como retroceder; eu tinha que ziguezaguear até a saída a fim de escapar. Na entrada, fui direto para uma parede de folhagem. Espiando entre elas, vislumbrei o centro do labirinto com seu elevado posto de observação. Tão perto – mas ainda assim tão longe. A menos que a pessoa ...