Pular para o conteúdo principal

Com a palavra Bullón:


O mistério da dor

Depois de duas semanas de silêncio, aquí estou outra vez. Estou em El Salvador, um país sofrido e castigado ultimamente por calamidades naturais. Ontem, uma senhora que perdeu toda sua familia devido as enchentes me perguntava em meio as lágrimas: “Porque Deus não protegeu a minha familia se todos somos cristãos e depositamos nossa confiança em Deus?”

Mas essa pregunta não é só dela. Muitas pessoas em muitos lugares se perguntam a mesma coisa cada vez que enfrentam a dor ou outras dificuldades. E isso é lógico, já que o ser humano não foi criado para a dor. O sofrimento é uma experiência que entrou depois do pecado, portanto, por mais fé que você tenha em Deus, a dor não vai combinar com tua vida. Sempre será uma experiência intrusa.

O Senhor Jesus disse numa certa ocasião que quando o sol nasce, nasce para os justos e injustos e quando a chuva cai, cai para os bons e o maus. Talvez isso possa explicar porque os filhos de Deus são tocados pela dor a pesar de depositar toda sua confiança nEle. Vivemos num mundo de dor. Não há como fugir dela. Enquanto nós peregrinarmos neste mundo, muitas vezes vamos ter que chorar diante das tragédias, da doença, e da morte.

Não sei como foi a sua semana. Mas não importa quem você seja e como as coisas tenham ido para o teu lado, não duvide do amor de Deus. Se for necessário chorar, vai aos braços de Jesus e chora. Mas depois, levanta a cabeça e continua tua caminhada vitoriosa em direção ao teu destino glorioso.

Que Deus coloque paz no teu coração. Um abraço!
                             
             Alejandro Bullón

Postagens mais visitadas deste blog

O Eclipse Mas para vós outros que temeis o Meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas. Malaquias 4:2 No dia 29 de março de 2006, a Lua causou um eclipse total do Sol, um evento que não se repetirá por 83 anos. Aqui, na Bereia bíblica, esperávamos apreciar uma visão de 82%, não o fenômeno completo, que seria visível na Grécia, somente na minúscula ilha de Kastelorizo. O grande dia raiou sem nada, aparentemente, que o distinguisse de qualquer outro dia. Entretanto, muito gradualmente, uma meia-luz começou a insinuar-se sobre a cidade, a atmosfera ficou notavelmente mais fresca enquanto o dia avançava, e a Lua lançou sua sombra escura entre nós e o Sol. Por volta do meio-dia, havia uma escuridão estranha, nevoenta; uma atmosfera fria e irreal; e a agitação beirou o temor enquanto as pessoas se reuniam do lado de fora, em pequenos grupos, para assistir ao fenômeno. E então acabou. A luz, com intensidade crescente, baniu as trevas, a atmosfera clareou e o Sol, ...

Dicas de filme - Dedique seus dons a Deus

Acho que já deu para vocês notarem que uma das minhas paixões é a música. Não sei explicar, só sei que ela me leva a lugares que nunca sonhei que me mostra o mundo de um jeito que nunca imaginei, ela me faz ver a luz de Jesus mesmo neste mundo envolto em trevas e tristeza, ela me faz nostar que ainda há uma esperança: a de ouvir a Musica Celeste, que deve ser no mínimo perfeita e agradavel aos ouvidos, a mente e ao coração. Fico imaginando como será maravilhoso o céu cheio de seres perfeitos à imagem do Pai que O louvor por amor ao Seu Santo Nome e não por gloria propria, entao quando volto meus olhos para o mundo percebo que Ele - Jesus - dá esse dom, ainda que em partes, a pessoas sensíveis à Sua voz que expressão musicalmente tudo ao seu redor... Um amigo me lembrou hoje de um filme que fala sobre a musica, acho que muitos ja assistiram, mas é o tipo de filme que dá prazer assistir novamente... com vocês : O SOM DO CORAÇÃO.
O Labirinto do Milharal Tu me farás ver os caminhos da vida; na Tua presença há plenitude de alegria, na Tua destra, delícias perpetuamente. Salmo 16:11 Quando penso na palavra “labirinto”, sempre me lembro dos quebra-cabeças de uma revista, nos quais você percorre um caminho até o fim, com um lápis. Eu nunca havia entrado num labirinto de verdade – um deleitoso labirinto de altas plantas, caminhos sinuosos, alamedas sem saída e voltas enganosas. Então, no verão passado, visitei uma plantação de milho com meu neto. Aprendi que um labirinto é como uma piscina. Você não aprende a apreciá-lo sem mergulhar nele. Pés altaneiros de milho me emparedavam. As trilhas pareciam conduzir a todas as direções. Não havia como retroceder; eu tinha que ziguezaguear até a saída a fim de escapar. Na entrada, fui direto para uma parede de folhagem. Espiando entre elas, vislumbrei o centro do labirinto com seu elevado posto de observação. Tão perto – mas ainda assim tão longe. A menos que a pessoa ...